quinta-feira, 30 de junho de 2011

Meia-Noite em Paris. Imperdível!



Ontem finalmente consegui ver o novo filme de Woody Allen, "Meia-Noite em Paris".
Farei um parênteses para confessar que nunca gostei dos filmes de Allen, até um dia,desavisadamente,comprar ingresso para ver "Match Point", sem saber que era dirigido por ele. Resultado:Adorei! 
Dizem os entendidos, que esse filme marcou uma nova fase na carreira de Allen, e deve ser verdade, pois continuo detestando os filmes de "antes".
Voltando agora ao "Meia-Noite em Paris", digo que é imperdível!

"O cenário não poderia ser mais apaixonante e a trilha sonora mais sedutora e apropriada. Ao som de canções do jazzista norte-americano Cole Porter - que compôs a clássica I Love Paris - a capital francesa aparece esplêndida.
Com cara de conto de fadas moderno. Mas, ao contrário do que acontece com Cinderela, depois da meia-noite que o mundo da fantasia dá as caras. 
E se você pudesse voltar ao tempo, qual década escolheria? 
Imagina poder participar de festas dos tempos de Moulin Rouge, presenciar discussões sobre arte dentro desse círculo de amigos,Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, Zelda Fitzgerald, Gertrude Stein, Pablo Picasso, Salvador Dalí, Luís Buñuel e o próprio Cole Porter, e, de quebra, ter seus textos avaliados por grandes mestres da literatura?
É uma sincera celebração à magia da paixão. O filme intercala referências artísticas, poesia, uma pitada de humor fino e outra de questionamentos sobre o sentido da vida."

Gil e Inez, o casal do filme, se parece com tantos outros que conhecemos.Não  tem absolutamente nada em comum, e não se sabe porque, estão de casamento marcado.
Ótima a cena, em que Gil, tenta achar coisas que ele a noiva tem em comum...
Mas prá mim, impagável, é uma cena no museu, diante de um quadro de Picasso, quando Gil dá uma "aula" sobre o quadro ao amigo pedante de sua noiva.
Enfim, não perca!
Aproveita e dá uma olhadinha no trailler. Aposto que você vai ser fisgada!




segunda-feira, 27 de junho de 2011

A melhor festa junina que eu já fui

Semana passada, fui na melhor festa junina que já fui vida.
Confesso que não fui a muitas, porque não vejo muita graça nelas.
Mas essa foi ótima!
Impecável, em todos os sentidos.
Bons amigos, bom visual, boa comida e boa bebida. Produção esmerada.
A festa juntou o tema julino com os 80 anos da mãe do amigo que faz a festa todo ano, mas eu nunca
tinha ido.
A festa foi no Vale das Videiras, região serrana do Rio. Fica há +ou - 1:20hs do Rio, de carro.
O jumentinho foi a estrela da festa!
O making off. Começando a montar as barraquinhas, a cadeia e a igreja cenográfica.

Grande sacada foi montar esses longes com uma mini fogueira no centro. À noite, quando o frio chegou, foram muito bem vindos. Além de ter ficado um charme. Reparem os enfeites na árvore ao fundo.: flores de papel crepom 

Montando as barracas.Bandeirinhas, toalhas de chitas, e as flores de papel crepom que deram um colorido lindo a festa.

Preparativos. No chão, um avião de lata, que ia alçar voo ...
Olha o avião aí. A lua, estava linda, e parecia mais um enfeite junto as bandeirolas.

A fogueira


Quem não se comportou, acabou preso! :))

A igreja, onde teve casamento.
A aniversariante, num modelito caipira estilizado, posa com amigos dos netos. Ela era uma alegria só!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Cardápio de dar água na boca...

Estou salivando com essas sugestões do cardápio do Dia dos Namorados do Gula Gula
Pad Thai
Prato típico tailandês com massa de arroz e camarão levemente picante.

Macarron “dois amores”
Massa de macarron ao chocolate com amêndoas com dois sabores; morango com chantilly e mousse de chocolate com maracujá


Já decidi.É lá que eu vou jantar ... :)

Fotos retiradas do site do restaurante

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Andando por Tiradentes encontrei...

Além da toalha da postagem anterior, olha  só quem mais encontrei passeando em Tiradentes.

Claude, o Troisgros.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Toalha de mesa "parisiense", jantar e receita

Esse final de semana, depois de 4 meses, voltamos à Tiradentes.
Lá, andando pelas lojinhas, achei essa toalha, e não pude resisitir!
Ainda mais que eu tenho esses pratos pretos, que eu gosto muito, apesar de não usar sempre.
Não é qualquer comida que fica bem neles.


Aproveitei que tinha comprado um filé de peixe e fiz com leite de coco. Rápido, facíl e muito gostoso.
Para complementar um arroz branco e uma salada de alface americano, rúcula, tomate e lascas de queijo parmeson.
O vinho, Trio, da Concha Y Toro é um dos que eu mais gosto.

                                        os copos nessa foto, estão colocados errado. Não façam isso...

Se você quiser arriscar esse peixinho no forno, num dia de preguiça, ou quando quiser agradar, é muito simples.
É o seguinte:
Filé de peixe da sua preferência 
1 limão
1 pacote de sopa creme de cebola
1 vidrinho de leite de coco

Sim, é só isso. Nada de "sal e pimenta a gosto" .
Limpe o peixe com limão, tire o excesso,  e
empane os filés  na sopa de cebola. Arrume tudo bonitinho num refratário e rega com leite de coco à vontade e voilá! Forno por uns 20 minutos, ou até ficar cozido.

Não tem erro! Já repeti essa receita várias vezes, e sempre agrada.
Achei essa preciosidade no extinto (snif,snif) Rainhas do Lar.
Se alguém experimentar, depois me conta...

PS:Abstraiam, por favor, a falta das cortinas e a bandeja giratória de madeira manchadinha. Essa semana, providências serão tomadas. :))


PS2: Antes da noite acabar a toalha foi para a máquina de lavar, depois de tomar um banho de vinho tinto. :))

terça-feira, 31 de maio de 2011

Você sabe usar uma echarpe?



O frio chegou.
E eu te pergunto?
Você sabe usar uma echarpe?
Se você respondeu sim, sorte sua.
Porque a maioria das brasileiras não sabe.
Fica parecendo que serão enforcadas no proxímo minuto, ou que estão usando um babador.
Se você é adepta do uso desse acessório, assista esse vídeo e aprenda. 
Se não é, assista também, a japonesinha é muito simpática. :)




terça-feira, 22 de março de 2011

A história de uma caixa de madeira rejeitada


Era uma vez uma caixa de madeira e vidro, tristonha, escura e mal tratada pelo tempo, que ficava lá no alto de uma parede sem que ninguém lhe desse atenção. 

Antes
 Um dia, sua dona resolveu se mudar e ela não teria mais lugar na sua vida. Seu destino seria o sol e o relento em alguma caçamba  de lixo, até ser recolhida pela Comlurb ou alguma alma que olhasse para ela e percebesse todo o seu  potencial.
Antes
Essa alma surgiu na minha pessoa, que olhou para ela e viu ali mais uma estante/garagem para os  carrinhos 1/43 da coleção que não para de crescer 
Depois
Então ela veio para minha casa, sem saber ao certo o que lhe reservava o destino. Depois de lixada, ela recebeu 3 demãos de tinta branca, e 4 prateleiras de vidro(R$25,00) que  namorado instalou. E ficou lindinha assim! Olha só!

Depois
                                       Agora, ela está se achando!
Esse  não é o lugar definitivo, mas queriamos vê-la logo habitada. 

Então, o que achou do nosso projeto de Carnaval?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Obama people

Obama people sobrevoando o Leblon, no Rio de Janeiro.
Impressionante o tamanho desses "seres alados".


Consegui estrear, afinal, o zoom da minha máquina nova!
Não deu tempo de tirar a foto que vi,literalmente,passar por mim,
mas pelo menos tirei uma.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Apresentando a Cléo

Todo mundo sabe que eu adoro animais, principalmente gatos.
Moro em apartamento, então minha cota de 4 gatos já estava no limite.
Há 2 anos venho resistindo brava e racionalmente a todos os gatinhos que vejo para adoção.
Masss quem pode resistir a essa gatinha aí em baixo???


Eu não consegui.
Dia 20 de janeiro, chego à tardinha na casa de amigos em Tiradentes para passar o feriado.
Quando abriram a porta, a primeira coisa que vi foi ela, a gatinha.
Olhei aquela coisinha, que eu não sabia o que fazia ali, e falei pro ZéRodrigo-"Phodeu!"
A partir daquele momento eu não sabia como, mas eu ia levar ela prá casa.
Fomos para ficar o feriado e voltariamos só na 2 ª feira bem cedo.
Durante todos os dias eu tentei ser racional e falava comigo mesma que eu não podia
leva-la para casa, mesmo sabendo que no fundo já estava decidido: Ela iria para o Rio.
Durante esses dias ela dormia no meu colo e me dava beijo no nariz.
Sempre com o "motorzinho" ligado ronronando de alegria.
Ela tinha sido encontrada nos fundos do jardim da casa dos meus amigos naquela tarde,
e eles não sabiam o que fariam com ela, pois também já tinham gatos e não queriam mais um.
E assim ficou resolvido, a gatinha mineira veio morar no Rio de Janeiro e foi batizada de Cléo!
Até agora eu não sei explicar. Só sei que na primeira olhada que dei nela, sabia
que ela seria minha.


Meu Manekineko! Só essa almofadinha é rosa !

"Essa vida de topmodel me cansa!"

"Cansei! Me deixa dormir agora?"

"Dá prá você parar de olhar para essa tela e me dar atenção?"

"Agora sim, está bem melhor no seu colo."

Gostaram da minha pequena?
:)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Hair - A volta da Era de Aquário

"Mais de 40 anos se passaram desde a estreia de ‘Hair’ na Broadway. Ao retratar o nascimento do movimento cultural e comportamental dos anos 60 e 70, o musical se tornou um fenômeno e marcou época, tanto no exterior como em uma lendária versão nacional.  "


 Hair estreiou em Novembro do ano passado aqui no Rio, numa remontagem de Claudio Möller e Claudio Botelho, os reis do musical, entre os produtores brasileiros.
A minha única referência de Hair, era o filme de Milos Forman, de 1979, que eu vi guria e, confesso, na  época, achei chaterrimo. As músicas, porém, eu sempre gostei.
Décadas se passaram, e em 2010 comecei a ouvir falar de Hair toda hora.
Motivo: Marcel, o filho do namorado, estava inscrito no processo de seleção para participar da remontagem.
Ele foi lá, arrasou, e ganhou o papel de Woof .
Se você mora no Rio, já deve ter passado por um cartaz igual ao aí de baixo, que desde o ínicio do mês, está espalhado pela cidade toda.
O bonitão ali, é o filho do Zé, que anda todo babão com os elogios ao filhote.

Marcel Octavio, o Woof, é filho do Zé.
                                              
"Escolhido em uma seleção que recebeu mais de cinco mil inscritos, o elenco de 30 atores vai mostrar no palco do Oi Casa Grande que a mensagem de liberdade e esperança transmitida pelo musical nunca foi tão moderna".

Fomos ver a peça, e gostamos muito.
Excelente produção, elenco afinadíssimo.
O teatro tem estado lotado todos os dias, e foi preciso ter espetáculos também às 4as feiras, e aumentar para duas, as apresentações aos sábados.
 Até maio é possível ver aqui no Rio.
Em junho, o espetáculo segue para São Paulo.
Não perca a chance de ver!